13.11.06

Grupo ECS 9


Para a atividade ECS 9 o nosso grupo é da letra G: Ilsa, Ivana, Izolete, Neusa, Rejane, Rosana e Rosane Beltrão.
O nosso texto é Educação, trabalho infantil e feminino ( livro: Textos sobre Educação e Ensino - Marx e Engels). Já li o texto e gostei muito, é uma leitura gostosa. Um abraço amigas!

Encontro Presencial


O encontro presencial do dia 11/11( sábado) foi muito bom. A professora Bea e a professora Iris conversaram conosco e em grupos identificamos as dificuldades de cada um. Foi bastante proveitoso e percebemos que as angústias são as mesmas. As professoras Vera e Martha estavam lá também. Bom, agora o próximo encontro será no pólo novo. Até lá!

5.11.06

Quem mais tem essa imagem?



O meu grupo para a atividade ECS 8, por enquanto, é esse:

Inês Cristina - Pólo Alvorada;

Aline - Pólo Três Cachoeiras

Maria Elisete - Pólo Três Cachoeiras;

Magali Borne - Pólo São Leopoldo;

Paulo - Pólo Gravataí;

Rejane - Pólo Alvorada.

Quem tiver esta imagem avise-nos. Um abraço!

Que maravilha de feriadão!

Oi pessoal! O feriadão está acabando, aproveitei para terminar meus trabalhos e colocá-los quase em dia.
Está bem puxado, pois são trabalhos, fórum, diário de bordo, blog, pwiki e outros.
Mas estou gostando muito, a cada dia que passa vou evoluindo. O meu único problema é a falta de tempo,que aos poucos vou me organizando. Uma boa semana para todos!

3.11.06

Semana 5 / ECS 7


Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Pedagogia Anos Iniciais do Ensino Fundamental - EAD
Escola, Cultura e Sociedade – uma abordagem sociocultural e antropológica.
Professora: Vera Corazza
Nome do aluno: Inês Cristina Tyska Nunes
Número da atividade: 7
Pólo: Alvorada



Marx e Engels

Karl Marx foi um economista, filósofo e socialista alemão, nasceu em 5 de maio de 1818, em Trier, cidade situada ao sul da Prússia, e morreu em Londres a 14 de março de 1883.
Engels foi um filósofo também alemão, nascido em 28 de novembro de 1820 e morreu em 5 de agosto de 1895, principal companheiro de Marx, ambos fundaram o socialismo científico, mais conhecido como Marxismo.
Viveram na Europa, no final do século XIX, onde era evidente a diferença de classes, pois o capitalismo ainda mantinha velhos antagonismos que vinham desde o
feudalismo. Nesta época agrava-se o empobrecimento da classe operária, bem como a “alienação” do operário em relação ao seu trabalho pela constante modernização dos meios de produção. Esse período, em que ocorreu um complexo e conflituado desenvolvimento da indústria, é conhecido como a Era das Revoluções.
Foi um período não só de grandes transformações e progressos, como também de grandes tensões sociais. As expectativas de enriquecimento geral não se realizaram: o progresso beneficiou apenas as classes dominantes. Os capitalistas acumulavam riquezas.
O marxismo foi marcado por um
materialismo dialético, isto é, pela primeira vez a sociedade foi tratada de forma real. Através de uma discussão constante é que a sociedade é construída e principalmente o cidadão conquista seu espaço e constrói sua realidade.
Antes mesmo de qualquer teoria ou fórmula pronta, o indivíduo é que busca seu espaço, e no caso de Marx através da Dialética Marxista, a luta de classes deve ser enfrentada através de uma constante discussão visando a valorização da classe operária (proletariado) em comparação à classe dominante (burguesia) detentora do poder econômico e dos meios de produção.
Importante salientar que inclusive através da qualificação (profissional e intelectual) a classe dominada conquistará seu espaço, pois quanto menor a capacidade exigida do operário maior a oferta, o que consequentemente reduz o custo da mesma.

2.11.06

Semana 4 / ECS 6 Weber II


Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Pedagogia Anos Iniciais do Ensino Fundamental - EAD
Escola, Cultura e Sociedade – uma abordagem sociocultural e antropológica.
Professora: Vera Corazza
Nome do aluno: Inês Cristina Tyska Nunes
Número da atividade:
6
Pólo: Alvorada

Ser/estar x papéis
Poder/hierarquia


Contextualizando o texto de Weber com minha realidade, percebo o quanto à dominação está presente no nosso dia-a-dia. Desde a ação do professor em sala de aula como em tudo o que norteia a escola e nossa vida.
Quando iniciei o meu trabalho como professora, há 15 anos atrás, por ser nova não podia escolher a série para o ano seguinte, pois as professoras mais antigas tinham “direito” de escolha. E quem entrava na escola já sabia que pegaria 1º série, pois eram as séries que ninguém queria (hierarquia).
As professoras mais antigas têm privilégios pela sua posição na escola: “antiguidade”.
O ser/estar x papéis seria quem sou, onde estou e outros não assumem nem o seu próprio papel. Às vezes, isso compromete até o trabalho dos outros.
Por exemplo, a professora encaminha um aluno para a orientação. A orientadora acha necessário encaminhar o aluno para o Conselho Tutelar.
Se o Conselho Tutelar não fizer o seu papel, não permitirá que o papel da orientação e da professora complete-se.
Além disso, hoje o papel do professor está cada vez maior, pois além do seu do seu papel, precisa ser médico, psicólogo, entre outros. O papel da família em muitos casos está perdido, a dominação tradicional em muitas não existe.

30.10.06

Semana 4 / ECS 5 - Weber


Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Pedagogia Anos Iniciais do Ensino Fundamental - EAD
Escola, Cultura e Sociedade – uma abordagem sociocultural e antropológica.
Nome do aluno: Inês Cristina Tyska Nunes
Número da atividade: 5
Pólo: Alvorada
Os três tipos de dominação legítima


Max Weber fala neste texto sobre as formas de dominação existentes decorrentes aos diversos tipos de submissão. Pode ser pelo afeto, religião, respeito, costume, entre outros. Em forma totalmente pura, a dominação são somente três, cada uma das quais se acha entrelaçada.

Dominação legal – O dominante é eleito e nomeado, seria o patrão (chefe), prefeito, diretor de escola, cargos de instituições,...
Obedece não à pessoa, mas sim
ao cargo que a mesma exerce, mas o dominante também obedece regras estabelecidas pelo estatuto. O tipo de funcionário é aquele de formação profissional, as condições de trabalho são baseadas num contrato, com pagamento fixo.
O tipo mais puro é a dominação burocrática, onde qualquer direito poderá ser modificado mediante um estatuto. A base do funcionamento técnico é a disciplina do serviço.

Dominação Tradicional – Seu tipo mais puro é a dominação patriarcal. Quem manda é o senhor e os que obedecem são os súditos. Não é obrigado a obedecer, mas senão pode ser prejudicado. Dominam as relações não o dever ou a disciplina ligados ao cargo, mas a fidelidade pessoal do servidor
A dominação patriarcal do pai de família ou do soberano é o tipo mais puro de dominação tradicional. Os funcionários típicos do Estado patrimonial e feudal são empregados domésticos inicialmente encarregados de tarefas afetas puramente à administração doméstica (senescal, camareiro, escansão, mordomo).

Dominação Carismática - É a dominação vinculada à fé, carisma e devoção. O tipo que manda é o líder e o tipo que obedece é o apóstolo. Sua dominação é devido às qualidades que lhe são atribuídas (carisma) e não pelo cargo que exerce. O quadro administrativo é escolhido pelo carisma e vocação pessoais e não devido à sua qualificação pessoal, à sua posição ou à sua dependência pessoal, de caráter doméstico ou outro. A autoridade carismática baseia-se na crença ou reconhecimento. O senhor carismático precisa fazer-se acreditar, através da graça de Deus, por meio de milagres, êxitos e prosperidade do cortejo e dos súditos. Tudo isso para evitar que seu domínio oscile. Seria o pai de santo, líderes religiosos, Papa,...